Após cinco mil casos de malária, São Gabriel da Cachoeira decreta situação de emergência

(foto: reprodução/internet)

Com mais de 5 mil casos de malária, a Prefeitura de São Gabriel da Cachoeira, a 851 km de Manaus, decretou situação de emergência. O município formou duas comissões para articular um plano de intervenção e frear o avanço da doença. Representantes da Fundação de Vigilância em Saúde (FVS) visitaram a cidade para acompanhar e instituir ações para conter um surto da doença.

A situação de emergência foi decretada pelo período de 180 dias, em razão ao alto índice de malária registrado pelas autoridades do município. De acordo com dados repassados pela secretaria de saúde da cidade, foram 5.497, isso significa um aumento de 900% em relação ao mesmo período do ano passado.

Em janeiro foram registrados 1.649 casos, em fevereiro foram 1.390, em março foram 1,522 casos e em abril 932 casos de malária. Duas comissões constituídas pelo município vão agir para organizar medidas de controle da doença.

O plano de trabalho das comissões foi apresentado à população no fim da tarde desta segunda-feira (15). Instituições públicas e privadas participaram da reunião e foi solicitada a participação no auxílio ao combate da doença.

Comissões

Segundo o decreto de 2 de maio de 2018, foram criadas as Comissões Técnica de Compras e Recursos Humanos e a de Análise de Dados Epidemológicos da Malária.

A primeira deve propor a contratação temporária de profissionais, a aquisição de bens e contratação de serviços necessários à atuação na situação de anormalidade.

Bem como propor à Secretaria Municipal de Saúde (SEMSA) medidas de articulação com as esferas federal e estadual para atender a situação de emergência. Além de adotar meios necessários para implantação do Plano Emergencial de Resposta e Combate à Malária.

Já os componentes da comissão Análise de Dados Epidemológicos da Malária vai s planejar, organizar, coordenar e controlar medidas a serem empregadas no Plano Emergencial de Resposta e Combate à Malária.

Além de encaminhar à Secretaria Municipal de Saúde (SEMSA) relatórios técnicos mensais sobre a situação de emergências para garantir resultados de forma qualitativa e quantitativa para devida publicidade. Bem como divulgar à população as informações necessárias sobre o resultado das ações de combate à epidemia. (G1 AM)

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