Em depoimento à Polícia Federal, a diretora comercial da loja de joias HStern, Maria Luiza Trotta revelou que ia à casa do ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral, que pagva as joias com dinheiro.
Ela contou que levava diversas opções para a casa de Cabral, e ele e sua mulher, a advogada Adriana Ancelmo, “selecionavam” anéis de brilhantes e pedras preciosas, que eram pagos com dinheiro vivo.
Os pagamentos era feitos, conforme contou à PF, na loja de Ipanema da HStern, com valores de até R$ 100 mil repassados por Carlos Miranda, apontado como o “homem da mala” de Cabral pela Operação Calicute, que prendeu Cabral, segundo reportagem publicada no blog de Fausto Macedo.
Ela disse que passou a atender Cabral em 2013, quando ele ainda era governador do Rio. O depoimento foi prestado em 17 de novembro, dia em que Sérgio Cabral foi preso.









