Polícia encontra fábrica de ovos de páscoa com maconha vendidos pela internet

Foram encontradas no local caixas de chocolate com droga, que eram vendidas pelas redes sociais. Três homens e uma mulher foram presos em flagrante

Chocolate misturado com maconha era vendido com cigarro da droga como brinde (Foto: Divulgação/Polícia Civil)
Chocolate misturado com maconha era vendido com cigarro da droga como brinde (Foto: Divulgação/Polícia Civil)

Três homens e uma mulher foram presos em flagrante nesta quinta-feira (22) por suspeita de fabricação e distribuição de ovos de chocolate feitos com maconha no Rio Grande do Sul. Com eles foram encontradas caixas que estavam prontas para a distribuição.

Conforme a Delegacia de Investigações do Narcotráfico (Denarc), responsável pela ação, os pedidos eram feitos por meio de redes sociais, e o grupo já tinha até uma marca estabelecida no mercado. Além dos ovos, eram oferecidas trufas e outros produtos para consumidores selecionados, que tinham acesso às postagens.

Doces com drogas eram oferecidas para usuários selecionados pelas redes sociais (Foto: Divulgação/Polícia Civil)

Esquemas semelhantes de venda de drogas em alimentos, principalmentes em doces na época da páscoa, são monitorados pela polícia há três anos. As investigações duraram 45 dias e desarticularam um dos esquemas mais elaborados de fabricação de chocolates com drogas no Rio Grande do Sul, conforme a polícia.

Em oito das caixas, além do chocolate misturado com maconha, havia também um cigarro artesanal da droga, já pronto para o consumo. Segundo a polícia, isso funcionava como uma espécie de brinde ou propaganda para o produto.

A fábrica artesanal onde foram encontrados os chocolates está localizada em Gravataí, na Região Metropolitana de Porto Alegre. Lá haviam diversas receitas que indicavam o percentual de maconha a ser utilizada e outras orientações.

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.